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Avisos
Convite
António Manuel Antunes de Castro
11/05/2008 23:50

Olá, Amigos!

Vamos voar juntos, nas asas da Poesia?

Espero por vocês, na minha Página Pessoal!

Saudações Amigas,

António Castro

 


Mãe e amor
SANDRO KRETUS
11/05/2008 00:08

Mãe e amor, palavras diferentes, porem tão semelhantes em seu sentido
difícil saber qual seria maior que o infinito, mas numa coisa são iguais, dão a palavra vida, um significado bonito.


Sandro Kretus

Minha Mãe, dói a saudade...
Jussára C Godinho - Ju Virginiana
10/05/2008 20:01

Boa noite!

Poema para todas as mães que estão ausentes e tão presentes...

Minha Mãe, dói a saudade...

Bjos! JU


NOVOS POEMAS
Francisca Miriam Aires Fernandes
10/05/2008 17:03

Queridos amigos usinautas e visitantes:

Terminou há pouco tempo a inclusão de todos os poemas que compõem a obra "Caminhos", meu primeiro livro impresso publicado.  Vejam os poemas mais recentes e também os seguintes:

" ENTRE ASPAS "

http://www.usinadaspalavras.com/ler.php?txt_id=60517

" Apelo Celeste "

http://www.usinadaspalavras.com/ler.php?txt_id=60522

" O valor do não "

http://www.usinadaspalavras.com/ler.php?txt_id=60649

Grata pela gentileza das leituras e generosidade dos possíveis comentários, desejo a todos(as) um excelente final de semana. São os votos desta amiga de vocês, Francisca Miriam.

 


Poemas à espera de Leitores
Cláudio
10/05/2008 16:27

Olá

Os poemas de Cláudio Carvalho podem ser acessados através do "link"  http://www.usinadaspalavras.com/txtautor.php?id_autor=2919 . Faça uma visita e deixe um comentário. Gostaria especialmente que se fizesse referência aos poemas "Bistância", "Clic", "Poema e Poesia", "Bis" e outros de tal aspecto, focado no concreto e na visualidade. Diga(m) se gostou(aram) ou não (já serve). Se puderem atribuir uma nota, melhor ainda (veja como fazer isso na própria página de cada poema). Grato, Cláudio.


BOM DIA!
WILSON MELLO
08/05/2008 10:29
Bom dia a todos e muito obrigado por lerem meus textos. Estou aberto à críticas e sugestões. E muito obrigado pelos comentários. Estou com novos textos. Dêem uma olhadinha.
SUCESSO A TODOS!

Concurso de Sonetos
Zulmar Lopes
06/05/2008 11:29
ACADEMIA CACHOEIRENSE DE LETRAS
II Concurso Benjamim Silva de Sonetos


A Academia Cachoeirense de Letras (ACL) promove o II CONCURSO BENJAMIM SILVA DE SONETOS, em nível nacional, com o objetivo de incentivar e divulgar a produção literária, e, principalmente, despertar o gosto pela linguagem escrita, em verso, de acordo com o seguinte REGULAMENTO:


1. O tema é de livre escolha, podendo cada concorrente inscrever até 2 (dois) trabalhos inéditos, separadamente, datilografados ou digitados, em 3 (três) vias e em espaço 2 (dois), vedada a participação dos membros efetivos da ACL.

2. Com os trabalhos deverá seguir um envelope menor lacrado, constando, em sua parte externa, o título da obra e o pseudônimo; e, na parte interna, uma ficha de inscrição do autor, contendo: nome completo, pseudônimo, título da obra, endereço (com CEP), número de documento de identidade, data do nascimento, telefone para contato (com DDD) e e-mail (se houver).


3. A remessa dos trabalhos, sem qualquer identificação, deverá ser feita para: Academia Cachoeirense de Letras – II CONCURSO BENJAMIM SILVA DE SONETOS - Rua Cel. Francisco Braga, 71 – Sala 1101 – Ed. Itapuã – Centro - CEP 29300-220 - Cachoeiro de Itapemirim (ES), valendo o carimbo postal como data de inscrição.


4. O prazo de entrega terminará no dia 14 de junho, correspondendo à inscrição a simples remessa ou entrega dos trabalhos, ficando implícita a concordância dos candidatos às disposições deste Regulamento, sendo os casos omissos resolvidos pela Diretoria da ACL, cujas decisões serão irrecorríveis.


5. Os sonetos serão julgados por uma Comissão constituída por Membros Efetivos da Academia ou intelectuais por ela indicados, desde que não tenham participado do Concurso, não havendo, em nenhuma hipótese, devolução dos trabalhos remetidos, reservando-se a Academia o direito de não conceder as premiações anunciadas, caso não sejam os sonetos examinados merecedores de tais distinções.


6. Havendo 2 (dois) trabalhos do mesmo candidato, se ambos forem classificados, só será considerado o que obtiver a maior nota.


7. Na classificação geral, se houver empate, prevalecerá o trabalho do concorrente mais idoso.


8. Os 3 (três) melhores concorrentes receberão, em sessão solene da Academia, em dia, horário e local a serem definidos, além de medalhas e diplomas, prêmios em dinheiro, que são os seguintes: 1º lugar – R$ 800,00 (oitocentos reais); 2º lugar – R$ 600,00 (seiscentos reais); 3º lugar – R$ 400,00 (quatrocentos reais), sendo os vencedores avisados com antecedência, podendo a Academia publicar os melhores trabalhos, com a citação do nome do autor.

Link: http://www.academiacl.com.br/web/acl0960_2.html

AGRADECIMENTO
Angelica Arantes
05/05/2008 19:43

AOS AMIGOS LEITORES E COMENTÁRISTAS DE MINHAS PAGINAS, QUERO AQUI DEIXAR OS MEUS AGRADECIMENTOS PELAS VISITAS E PELOS COMENTÁRIOS, NÃO ESTOU RETRIBUINDO PORQUE AINDA NÃO APRENDI A LIDAR COM ESTE SITE E ME FALTA UM POUCO DE TEMPO PARA APRENDER , MAS AINDA IREI APRENDER , NO RECANTO DAS LETRAS ONDE TAMBÉM ESCREVO JÁ ME ACOSTUMEI A LIDAR COM TUDO, QUERO QUE SAIBAM QUE NÃO É FALTA DE VONTADE DE AGRADECER, PORTANTO DEIXO AQUI OS MEUS SINCEROS AGRADECIMENTO. BEIJOS EM SEUS CORAÇÕES DE POETAS E POETISAS.

ANGÉLICA ARANTES


PARTICIPE! AINDA DÁ TEMPO!!
Cláudio
04/05/2008 19:13
ATENÇÃO, VOCÊ (que compõe HAICAIs):


" Última semana de inscrições para o Concurso Nacional de Haicai “Nempuku Sato”



5 de maio, próxima segunda-feira ( AMANHÃ ! ! ! ), é o último dia para as inscrições do Concurso Nacional de Haicai “Nempuku Sato”. O evento faz parte das comemorações do centenário da imigração japonesa no Brasil, numa parceria da Secretaria de Estado da Cultura [do Paraná] com a Associação Cultural e Beneficente Nipo-Brasileira de Curitiba. Os três melhores trabalhos receberão R$3 mil, R$2 mil e R$1 mil, respectivamente. As inscrições devem ser feitas pessoalmente ou enviadas para o Concurso Nempuku Sato, Secretaria do Estado da Cultura, Rua Ébano Pereira, 240, Curitiba – PR, CEP 80410-240.

Os haicai devem ser inéditos, escritos em língua portuguesa, seguir a métrica japonesa (três versos de 5-7-5 sílabas) e apresentar termo de estação (kigo), sem título nem rima, conforme a tradição japonesa. Para saber mais, o site Caqui (www.kakinet.com) disponibiliza informações sobre a tradição do haicai japonês. Cada participante poderá inscrever até três haicai, e enviar três cópias, num envelope grande.

Dentro deste envelope o participante deve anexar um envelope lacrado com dados pessoais (pseudônimo, nome completo, endereço, telefone e cópia de RG e CPF). Ambos os envelopes devem ser identificados por pseudônimo. O envelope maior pode ter o endereço real do remetente. Os vencedores serão anunciados no final de maio e os poemas divulgados num evento comemorativo do centenário da imigração japonesa no Brasil.

Nempuku Sato (1898-1979) foi um imigrante japonês que ajudou a disseminar o haicai em terras brasileiras. De sua linhagem segue o poeta Masuda Goga que influenciou a paranaense Helena Kolody. Além dela, a poesia paranaense conta com nomes como Alice Ruiz e Paulo Leminski, entre os divulgadores do haicai.



Serviço:

Concurso Nacional de Haicai “Nempuku Sato” – Inscrições até o dia 5 de maio, segunda-feira. Incrições podem ser realizadas no local ou enviadas para “Concurso Nempuku Sato”, Secretaria do Estado da Cultura, Rua Ébano Pereira, 240, Curitiba – Pr, CEP 80410 – 240.

Mais Informações: (41) 3321– 4738 ou (41) 3321 – 4718.



Secretaria de Estado da Cultura

Assessoria de Imprensa

(41) 3321-4844

cultura@pr.gov.br / www.seec.pr.gov.br "


Quero Agradecer
Valentina Vitoria
03/05/2008 02:26
Caros leitores dos meus textos, agradeço cada momento que dedicaram as palavras e frases que escrevi e inseri, com muita honra, no Usina das Palavras.

Minha gratidão aos responsáveis pela iniciativa e manutenção deste espaço, que nos cedem para divulgação de nossos pensamentos, palavras e ações.

Sugiro que visitem meus blogs: http://valentinavitoria.blogspot.com e http://processoreversivel.blogspot.com

Minhas reverências

Fruindo com as palavras
Eloisa Menezes Pereira
02/05/2008 17:09
Na Usina das Palavras,brinca-se com as letras, acrescenta-se significados e expressa-se  constância..Obrigada pela oportunidade!

Menina mineira
Evandro José de Alvarenga
02/05/2008 08:51

A fala mineira sempre nos inspira doçura... Confira nova Crônica de Evandro Alvarenga


A Bailarina
Evandro José de Alvarenga
02/05/2008 08:30

Convido a todos para bailar com a Bailarina um novo texto de Evandro José de Alvarenga!

Obrigado!


Sou Novato.
Pr. Irineu Barbosa
01/05/2008 23:28

Olá Pessoal!

Sou novato aqui...

Ainda estou meio perdido...

Coloquei um texto em homenagem ás Mães...

Deichem seus comentários.

Obrigado.


DIA DO(A) TRABALHADOR(A)
Cláudio
01/05/2008 15:40
Viva o Dia do(a) Trabalhador(a)!
Quem disse que a poesia não serve para nada? A seguir, o poema que foi o "estopim" (ou a "gota d'água") para mudar a minha visão de mundo:

"O OPERÁRIO EM CONSTRUÇÃO


Era ele que erguia casas
Onde antes só havia chão.
Como um pássaro sem asas                        E o operário disse: Não!
Ele subia com as casas                                  E o operário fez-se forte
Que lhe brotavam da mão.                              Na sua resolução.
Mas tudo desconhecia
De sua grande missão:                                   Como era de se esperar
Não sabia, por exemplo                                   As bocas da delação
Que a casa de um homem é um templo     Começaram a dizer coisas
Um templo sem religião                                  Aos ouvidos do patrão.
Como tampouco sabia                                    Mas o patrão não queria
Que a casa que ele fazia                                 Nenhuma preocupação.
Sendo a sua liberdade                                    - “Convençam-no” do contrário -
Era a sua escravidão.                                      Disse ele sobre o operário
                                                                              E ao dizer isso sorria.
De fato, como podia
Um operário em construção                           Dia seguinte, o operário
Compreender por que um tijolo                     Ao sair da construção
Valia mais do que um pão?                            Viu-se súbito cercado
Tijolos ele empilhava                                       Dos homens da delação
Com pá, cimento e esquadria                        E sofreu, por destinado
Quanto ao pão, ele o comia...                         Sua primeira agressão.
Mas fosse comer tijolo!                                    Teve seu rosto cuspido
E assim o operário ia                                       Teve seu braço quebrado
Com suor e com cimento                                Mas quando foi perguntado
Erguendo uma casa aqui                                O operário disse: Não!
Adiante um apartamento                                 Em vão sofrera o operário
Além uma igreja, à frente                                Sua primeira agressão
Um quartel e uma prisão:                               Muitas outras se seguiram
Prisão de que sofreria                                     Muitas outras seguirão.
Não fosse, eventualmente                              Porém, por imprescindível
Um operário em construção.                         Ao edifício em construção
                                                                             Seu trabalho prosseguia
Mas ele desconhecia                                      E todo o seu sofrimento
Esse fato extraordinário:                                Misturava-se ao cimento
Que o operário faz a coisa                             Da construção que crescia.
E a coisa faz o operário.
De forma que, certo dia                                   Sentindo que a violência
À mesa, ao cortar o pão                                   Não dobraria o operário
O operário foi tomado                                      Um dia tentou o patrão
De uma súbita emoção                                   Dobrá-lo de modo vário.
Ao constatar assombrado                              De sorte que o foi levando
Que tudo naquela mesa                                 Ao alto da construção
— Garrafa, prato, facão —                              E num momento de tempo
Era ele quem os fazia                                     Mostrou-lhe toda a região
Ele, um humilde operário,                             E apontando-a ao operário
Um operário em construção.                        Fez-lhe esta declaração:
Olhou em torno: gamela                               — Dar-te-ei todo esse poder
Banco, enxerga, caldeirão                             E a sua satisfação
Vidro, parede, janela                                       Porque a mim me foi entregue
Casa, cidade, nação!                                      E dou-o a quem bem quiser.
Tudo, tudo o que existia                                 Dou-te tempo de lazer
Era ele quem o fazia                                       Dou-te tempo de mulher.
Ele, um humilde operário                              Portanto, tudo o que vês
Um operário que sabia                                  Será teu se me adorares
Exercer a profissão.                                        E, ainda mais, se abandonares
                                                                            O que te faz dizer não.
Ah, homens de pensamento                        Disse, e fitou o operário
Não sabereis nunca o quanto                      Que olhava e que refletia
Aquele humilde operário                               Mas o que via o operário
Soube naquele momento!                            O patrão nunca veria.
Naquela casa vazia                                        O operário via as casas
Que ele mesmo levantara                             E dentro das estruturas
Um mundo novo nascia                                 Via coisas, objetos
De que sequer suspeitava.                            Produtos, manufaturas.
O operário emocionado                                 Via tudo o que fazia
Olhou sua própria mão                                  O lucro de seu patrão
Sua rude mão de operário                             E em cada coisa que via
De operário em construção                          Misteriosamente havia
E olhando bem para ela                                A marca de sua mão.
Teve um segundo a impressão                   E o operário disse: Não!
De que não havia no mundo
Coisa que fosse mais bela.                       — Loucura! — Gritou o patrão
                                                                           Não vês o que te dou eu?
Foi dentro da compreensão                       — Mentira! — disse o operário
Desse instante solitário                               Não podes dar-me o que é meu.
Que, tal sua construção
Cresceu também o operário                        E um grande silêncio fez-se
Cresceu em alto e profundo                         Dentro do seu coração
Em largo e no coração                                   Um silêncio de martírios
E como tudo que cresce                               Um silêncio de prisão
Ele não cresceu em vão.                              Um silêncio povoado
Pois além do que sabia                               De pedidos de perdão
— Exercer a profissão —                             Um silêncio apavorado
O operário adquiriu                                       Como o medo em solidão
Uma nova dimensão:                                   Um silêncio de torturas
A dimensão da poesia.                                E gritos de maldição
                                                                          Um silêncio de fraturas
E um fato novo se viu                                    A se arrastarem no chão.
Que a todos admirava:                                 E o operário ouviu a voz
O que o operário dizia                                  De todos os seus irmãos
Outro operário escutava.                             Os seus irmãos que morreram
E foi assim que o operário                          Por outros que viverão.
Do edifício em construção                           Uma esperança sincera
Que sempre dizia sim                                 Cresceu no seu coração
Começou a dizer não.                                  E dentro da tarde mansa
E aprendeu a notar coisas                          Agigantou-se a razão
A que não dava atenção:                             De um homem pobre e esquecido
Notou que sua marmita                              Razão porém que fizera
Era o prato do patrão                                   Em operário construído
Que sua cerveja preta                                 O operário em construção "
Era o uísque do patrão
Que seu macacão de zuarte                                               Vinicius de Moraes
Era o terno do patrão
Que o casebre onde morava
Era a mansão do patrão
Que seus dois pés andarilhos
Eram as rodas do patrão
Que a dureza do seu dia
Era a noite do patrão
Que sua imensa fadiga
Era amiga do patrão.


Homenagem ao Dia do Trabalhador
Jussára C Godinho - Ju Virginiana
01/05/2008 14:29

Olá, pessoal!

Acabei de peblicar um Poema "O Trabalho" e nas primeiras páginas, publicado ano passado, vocês encontrarão o Poema "Trabalho é vida"!

Parabéns a todos nós Trabalhadores!!

Abçs! Ju

 


Trabalhos
Jessica Alves
30/04/2008 10:39

Caso haja interesse em algum artigo ou ajuda em algum trabalho favor entrar em contato pelo e-mail. jessica.licitacao@ceprosom.com.br

 


Convite aos AMIGOS
Julio Roberto Lotos
30/04/2008 04:13

Olá, amigos atuais e futuros,

Convido-os a lerem os meus textos comentando-os e dando notas, pois a melhor avaliação que um autor pode receber é a quem vem de seus colegas, os que amam escrever e sabem como isso é bom de ser feito quando se imprime amor a cada letra.

Agradeço.

Julio Roberto Lotos


OI
Jussára C Godinho - Ju Virginiana
29/04/2008 08:20
Convido a todos para conhecerem meu cantinho poético!

Espero sua visita e seus valiosos comentários!

Abçs!

Jussára C Godinho - Ju Virginiana

OUTROS TEXTOS MEUS
Marciela Rodrigues dos Santos
29/04/2008 02:49

Olá, amigos usinautas e visitantes! Convido-os a conhecerem os meus outros textos, que se encontram já disponíveis para leitura e apreciação. Agradeço, desde já, pela gentileza das leituras e preciosos comentários. Um grande abraço a todos(as)!


Sobre a AVPB e os Indrisos
Cláudia Banegas
28/04/2008 20:37
Oi, pessoal!
Em breve estarei ocupando a cadeira nº 111, da AVPB (Academia Virtual Poética Brasileira).

http://www.avpb.olga.kapatti.nom.br/avpb_home.html

No site "Ora,vejamos..." estou com uma disciplina aberta para Indrisos. Quem quiser participar, será bem vindo(a)!
http://horabsurda.org/moodle/course/view.php?id=35
Meu email da disciplina:
claudiabanegas@horabsurda.net

conheçammmmmm
CAROLYNNE DOS REIS
27/04/2008 19:02
http://recantodasletras.uol.com.br/autores/carolynne

Novos Amigos
Denilson Alayon dos Santos
26/04/2008 22:57
Quem quiser me enviar um convite no orkut

Click em pesquisar

Meu nome no orkut é

Denilson Alayon Voz do que clama no deserto

_________________________________________________________


Meu MSN é denilsonalayon@hotmail.com

Passei para deixar um abraço
FATIMA MOTA
26/04/2008 22:35

Olá amigos usineiros, uma excelente semana para vocês . Por gentileza continuem me visitando e tecendo seus comentários, isso me faz crescer na tarefa de escrever pois é sempre bom contarmos com a opinião de outras pessoas, especialmente escritores tão bons quanto os que escrevem para este site. E...po falar em comentários eu recebi um e-mail de um comentário sobra a poesia COISAS DE POETA o qual sequer cheguei a ler pois nunca apareceu na minha página. Sequer sei o que aconteceu ou para onde levaram o comentário.

 


Toda honra e glória ao Senhor
Denilson Alayon dos Santos
26/04/2008 22:30
Site de poesias cristãs para honra e glória do Senhor

Louvai ao Senhor toda Terra,

Buscai enquanto se pode achar,

Porque Ele vem,

Cheio de glória e poder,

A volta do grande Salvador,

Que vive e reina para sempre.

http://www.denilsonalayon.com

conheçam
CAROLYNNE DOS REIS
26/04/2008 15:14
entrem:http://recantodasletras.uol.com.br/autores/carolynne

nesse site tbm to me procurem por carolynne

conheçam o q eu escrevo
CAROLYNNE DOS REIS
25/04/2008 23:18

entrem:http://recantodasletras.uol.com.br/autores/carolynne

nesse site tbm to me procurem por carolynne


CONHEÇA O Q ESCREVO
CAROLYNNE DOS REIS
24/04/2008 21:19

entrem:http://recantodasletras.uol.com.br/autores/carolynne

EU TBM TO NESTE SITE ME PROCUREM POR CAROLYNNE


Convite
Roberto D´arte
24/04/2008 12:35

Caros leitores e escritores do Usina das Palavras,

Sou um usuário recém-chegado ao site, que conhecia de passagem, mas que não imaginei tão abrangente. Parabéns aos seus idealizadores!!! Muito legal compartilhar textos, idéias, projetos literários. Talvez seja este um dos caminhos para quem ama escrever, para quem lida profissionalmente com as palavras e, por que não, para quem anseia obter retornos de ofício tão pouco valorizado no Brasil. Sinto-me privilegiado, pois tenho nas minhas duas vertentes de atuação profissional - a comunicação e a educação - a grata possibilidade de ter minhas palavras/idéias lidas e ouvidas.

Aproveito esta oportunidade e espaço para convidar a todos para conhecerem meu trabalho autoral, a tecerem comentários. Estou começando a fazer visitas a colegas autores para, assim, trocar impressões. Caso queiram também conhecer meu blog - o DENTROD´ARTE - o link é: http://www.dentrodarte.arteblog.com.br

Abraço,

Roberto D´arte


Um alô!
Luciane Chumber
23/04/2008 15:48
Passei para deixar um alô para todos que fazem parte dessa grande família que é o Portal Usina das Palavras. Embora distantes, mas unidos pela arte de escrever. Que possamos cultivar grandes amizades nesse Portal e extravasar nossos sentimentos em nossas produções e compartilhar do sentimento dos outros através de suas obras. Um grande abraço!

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