Mãe e amor, palavras diferentes, porem tão semelhantes em seu sentido
difícil saber qual seria maior que o infinito, mas numa coisa são iguais, dão a palavra vida, um significado bonito.
Terminou há pouco tempo a inclusão de todos os poemas que compõem a obra "Caminhos", meu primeiro livro impresso publicado. Vejam os poemas mais recentes e também os seguintes:
Grata pela gentileza das leituras e generosidade dos possíveis comentários, desejo a todos(as) um excelente final de semana. São os votos desta amiga de vocês, Francisca Miriam.
Poemas à espera de Leitores Cláudio 10/05/2008 16:27
Olá
Os poemas de Cláudio Carvalho podem ser acessados através do "link" http://www.usinadaspalavras.com/txtautor.php?id_autor=2919 . Faça uma visita e deixe um comentário. Gostaria especialmente que se fizesse referência aos poemas "Bistância", "Clic", "Poema e Poesia", "Bis" e outros de tal aspecto, focado no concreto e na visualidade. Diga(m) se gostou(aram) ou não (já serve). Se puderem atribuir uma nota, melhor ainda (veja como fazer isso na própria página de cada poema). Grato, Cláudio.
Bom dia a todos e muito obrigado por lerem meus textos. Estou aberto à críticas e sugestões. E muito obrigado pelos comentários. Estou com novos textos. Dêem uma olhadinha.
SUCESSO A TODOS!
ACADEMIA CACHOEIRENSE DE LETRAS
II Concurso Benjamim Silva de Sonetos
A Academia Cachoeirense de Letras (ACL) promove o II CONCURSO BENJAMIM SILVA DE SONETOS, em nível nacional, com o objetivo de incentivar e divulgar a produção literária, e, principalmente, despertar o gosto pela linguagem escrita, em verso, de acordo com o seguinte REGULAMENTO:
1. O tema é de livre escolha, podendo cada concorrente inscrever até 2 (dois) trabalhos inéditos, separadamente, datilografados ou digitados, em 3 (três) vias e em espaço 2 (dois), vedada a participação dos membros efetivos da ACL.
2. Com os trabalhos deverá seguir um envelope menor lacrado, constando, em sua parte externa, o título da obra e o pseudônimo; e, na parte interna, uma ficha de inscrição do autor, contendo: nome completo, pseudônimo, título da obra, endereço (com CEP), número de documento de identidade, data do nascimento, telefone para contato (com DDD) e e-mail (se houver).
3. A remessa dos trabalhos, sem qualquer identificação, deverá ser feita para: Academia Cachoeirense de Letras – II CONCURSO BENJAMIM SILVA DE SONETOS - Rua Cel. Francisco Braga, 71 – Sala 1101 – Ed. Itapuã – Centro - CEP 29300-220 - Cachoeiro de Itapemirim (ES), valendo o carimbo postal como data de inscrição.
4. O prazo de entrega terminará no dia 14 de junho, correspondendo à inscrição a simples remessa ou entrega dos trabalhos, ficando implícita a concordância dos candidatos às disposições deste Regulamento, sendo os casos omissos resolvidos pela Diretoria da ACL, cujas decisões serão irrecorríveis.
5. Os sonetos serão julgados por uma Comissão constituída por Membros Efetivos da Academia ou intelectuais por ela indicados, desde que não tenham participado do Concurso, não havendo, em nenhuma hipótese, devolução dos trabalhos remetidos, reservando-se a Academia o direito de não conceder as premiações anunciadas, caso não sejam os sonetos examinados merecedores de tais distinções.
6. Havendo 2 (dois) trabalhos do mesmo candidato, se ambos forem classificados, só será considerado o que obtiver a maior nota.
7. Na classificação geral, se houver empate, prevalecerá o trabalho do concorrente mais idoso.
8. Os 3 (três) melhores concorrentes receberão, em sessão solene da Academia, em dia, horário e local a serem definidos, além de medalhas e diplomas, prêmios em dinheiro, que são os seguintes: 1º lugar – R$ 800,00 (oitocentos reais); 2º lugar – R$ 600,00 (seiscentos reais); 3º lugar – R$ 400,00 (quatrocentos reais), sendo os vencedores avisados com antecedência, podendo a Academia publicar os melhores trabalhos, com a citação do nome do autor.
AOS AMIGOS LEITORES E COMENTÁRISTAS DE MINHAS PAGINAS, QUERO AQUI DEIXAR OS MEUS AGRADECIMENTOS PELAS VISITAS E PELOS COMENTÁRIOS, NÃO ESTOU RETRIBUINDO PORQUE AINDA NÃO APRENDI A LIDAR COM ESTE SITE E ME FALTA UM POUCO DE TEMPO PARA APRENDER , MAS AINDA IREI APRENDER , NO RECANTO DAS LETRAS ONDE TAMBÉM ESCREVO JÁ ME ACOSTUMEI A LIDAR COM TUDO, QUERO QUE SAIBAM QUE NÃO É FALTA DE VONTADE DE AGRADECER, PORTANTO DEIXO AQUI OS MEUS SINCEROS AGRADECIMENTO. BEIJOS EM SEUS CORAÇÕES DE POETAS E POETISAS.
ANGÉLICA ARANTES
PARTICIPE! AINDA DÁ TEMPO!! Cláudio 04/05/2008 19:13
ATENÇÃO, VOCÊ (que compõe HAICAIs):
" Última semana de inscrições para o Concurso Nacional de Haicai “Nempuku Sato”
5 de maio, próxima segunda-feira ( AMANHÃ ! ! ! ), é o último dia para as inscrições do Concurso Nacional de Haicai “Nempuku Sato”. O evento faz parte das comemorações do centenário da imigração japonesa no Brasil, numa parceria da Secretaria de Estado da Cultura [do Paraná] com a Associação Cultural e Beneficente Nipo-Brasileira de Curitiba. Os três melhores trabalhos receberão R$3 mil, R$2 mil e R$1 mil, respectivamente. As inscrições devem ser feitas pessoalmente ou enviadas para o Concurso Nempuku Sato, Secretaria do Estado da Cultura, Rua Ébano Pereira, 240, Curitiba – PR, CEP 80410-240.
Os haicai devem ser inéditos, escritos em língua portuguesa, seguir a métrica japonesa (três versos de 5-7-5 sílabas) e apresentar termo de estação (kigo), sem título nem rima, conforme a tradição japonesa. Para saber mais, o site Caqui (www.kakinet.com) disponibiliza informações sobre a tradição do haicai japonês. Cada participante poderá inscrever até três haicai, e enviar três cópias, num envelope grande.
Dentro deste envelope o participante deve anexar um envelope lacrado com dados pessoais (pseudônimo, nome completo, endereço, telefone e cópia de RG e CPF). Ambos os envelopes devem ser identificados por pseudônimo. O envelope maior pode ter o endereço real do remetente. Os vencedores serão anunciados no final de maio e os poemas divulgados num evento comemorativo do centenário da imigração japonesa no Brasil.
Nempuku Sato (1898-1979) foi um imigrante japonês que ajudou a disseminar o haicai em terras brasileiras. De sua linhagem segue o poeta Masuda Goga que influenciou a paranaense Helena Kolody. Além dela, a poesia paranaense conta com nomes como Alice Ruiz e Paulo Leminski, entre os divulgadores do haicai.
Serviço:
Concurso Nacional de Haicai “Nempuku Sato” – Inscrições até o dia 5 de maio, segunda-feira. Incrições podem ser realizadas no local ou enviadas para “Concurso Nempuku Sato”, Secretaria do Estado da Cultura, Rua Ébano Pereira, 240, Curitiba – Pr, CEP 80410 – 240.
Mais Informações: (41) 3321– 4738 ou (41) 3321 – 4718.
Viva o Dia do(a) Trabalhador(a)!
Quem disse que a poesia não serve para nada? A seguir, o poema que foi o "estopim" (ou a "gota d'água") para mudar a minha visão de mundo:
"O OPERÁRIO EM CONSTRUÇÃO
Era ele que erguia casas
Onde antes só havia chão.
Como um pássaro sem asas E o operário disse: Não!
Ele subia com as casas E o operário fez-se forte
Que lhe brotavam da mão. Na sua resolução.
Mas tudo desconhecia
De sua grande missão: Como era de se esperar
Não sabia, por exemplo As bocas da delação
Que a casa de um homem é um templo Começaram a dizer coisas
Um templo sem religião Aos ouvidos do patrão.
Como tampouco sabia Mas o patrão não queria
Que a casa que ele fazia Nenhuma preocupação.
Sendo a sua liberdade - “Convençam-no” do contrário -
Era a sua escravidão. Disse ele sobre o operário
E ao dizer isso sorria.
De fato, como podia
Um operário em construção Dia seguinte, o operário
Compreender por que um tijolo Ao sair da construção
Valia mais do que um pão? Viu-se súbito cercado
Tijolos ele empilhava Dos homens da delação
Com pá, cimento e esquadria E sofreu, por destinado
Quanto ao pão, ele o comia... Sua primeira agressão.
Mas fosse comer tijolo! Teve seu rosto cuspido
E assim o operário ia Teve seu braço quebrado
Com suor e com cimento Mas quando foi perguntado
Erguendo uma casa aqui O operário disse: Não!
Adiante um apartamento Em vão sofrera o operário
Além uma igreja, à frente Sua primeira agressão
Um quartel e uma prisão: Muitas outras se seguiram
Prisão de que sofreria Muitas outras seguirão.
Não fosse, eventualmente Porém, por imprescindível
Um operário em construção. Ao edifício em construção
Seu trabalho prosseguia
Mas ele desconhecia E todo o seu sofrimento
Esse fato extraordinário: Misturava-se ao cimento
Que o operário faz a coisa Da construção que crescia.
E a coisa faz o operário.
De forma que, certo dia Sentindo que a violência
À mesa, ao cortar o pão Não dobraria o operário
O operário foi tomado Um dia tentou o patrão
De uma súbita emoção Dobrá-lo de modo vário.
Ao constatar assombrado De sorte que o foi levando
Que tudo naquela mesa Ao alto da construção
— Garrafa, prato, facão — E num momento de tempo
Era ele quem os fazia Mostrou-lhe toda a região
Ele, um humilde operário, E apontando-a ao operário
Um operário em construção. Fez-lhe esta declaração:
Olhou em torno: gamela — Dar-te-ei todo esse poder
Banco, enxerga, caldeirão E a sua satisfação
Vidro, parede, janela Porque a mim me foi entregue
Casa, cidade, nação! E dou-o a quem bem quiser.
Tudo, tudo o que existia Dou-te tempo de lazer
Era ele quem o fazia Dou-te tempo de mulher.
Ele, um humilde operário Portanto, tudo o que vês
Um operário que sabia Será teu se me adorares
Exercer a profissão. E, ainda mais, se abandonares
O que te faz dizer não.
Ah, homens de pensamento Disse, e fitou o operário
Não sabereis nunca o quanto Que olhava e que refletia
Aquele humilde operário Mas o que via o operário
Soube naquele momento! O patrão nunca veria.
Naquela casa vazia O operário via as casas
Que ele mesmo levantara E dentro das estruturas
Um mundo novo nascia Via coisas, objetos
De que sequer suspeitava. Produtos, manufaturas.
O operário emocionado Via tudo o que fazia
Olhou sua própria mão O lucro de seu patrão
Sua rude mão de operário E em cada coisa que via
De operário em construção Misteriosamente havia
E olhando bem para ela A marca de sua mão.
Teve um segundo a impressão E o operário disse: Não!
De que não havia no mundo
Coisa que fosse mais bela. — Loucura! — Gritou o patrão
Não vês o que te dou eu?
Foi dentro da compreensão — Mentira! — disse o operário
Desse instante solitário Não podes dar-me o que é meu.
Que, tal sua construção
Cresceu também o operário E um grande silêncio fez-se
Cresceu em alto e profundo Dentro do seu coração
Em largo e no coração Um silêncio de martírios
E como tudo que cresce Um silêncio de prisão
Ele não cresceu em vão. Um silêncio povoado
Pois além do que sabia De pedidos de perdão
— Exercer a profissão — Um silêncio apavorado
O operário adquiriu Como o medo em solidão
Uma nova dimensão: Um silêncio de torturas
A dimensão da poesia. E gritos de maldição
Um silêncio de fraturas
E um fato novo se viu A se arrastarem no chão.
Que a todos admirava: E o operário ouviu a voz
O que o operário dizia De todos os seus irmãos
Outro operário escutava. Os seus irmãos que morreram
E foi assim que o operário Por outros que viverão.
Do edifício em construção Uma esperança sincera
Que sempre dizia sim Cresceu no seu coração
Começou a dizer não. E dentro da tarde mansa
E aprendeu a notar coisas Agigantou-se a razão
A que não dava atenção: De um homem pobre e esquecido
Notou que sua marmita Razão porém que fizera
Era o prato do patrão Em operário construído
Que sua cerveja preta O operário em construção "
Era o uísque do patrão
Que seu macacão de zuarte Vinicius de Moraes
Era o terno do patrão
Que o casebre onde morava
Era a mansão do patrão
Que seus dois pés andarilhos
Eram as rodas do patrão
Que a dureza do seu dia
Era a noite do patrão
Que sua imensa fadiga
Era amiga do patrão.
Convido-os a lerem os meus textos comentando-os e dando notas, pois a melhor avaliação que um autor pode receber é a quem vem de seus colegas, os que amam escrever e sabem como isso é bom de ser feito quando se imprime amor a cada letra.
Olá, amigos usinautas e visitantes! Convido-os a conhecerem os meus outros textos, que se encontram já disponíveis para leitura e apreciação. Agradeço, desde já, pela gentileza das leituras e preciosos comentários. Um grande abraço a todos(as)!
No site "Ora,vejamos..." estou com uma disciplina aberta para Indrisos. Quem quiser participar, será bem vindo(a)!
http://horabsurda.org/moodle/course/view.php?id=35
Meu email da disciplina:
claudiabanegas@horabsurda.net
Passei para deixar um abraço FATIMA MOTA 26/04/2008 22:35
Olá amigos usineiros, uma excelente semana para vocês . Por gentileza continuem me visitando e tecendo seus comentários, isso me faz crescer na tarefa de escrever pois é sempre bom contarmos com a opinião de outras pessoas, especialmente escritores tão bons quanto os que escrevem para este site. E...po falar em comentários eu recebi um e-mail de um comentário sobra a poesia COISAS DE POETA o qual sequer cheguei a ler pois nunca apareceu na minha página. Sequer sei o que aconteceu ou para onde levaram o comentário.
Caros leitores e escritores do Usina das Palavras,
Sou um usuário recém-chegado ao site, que conhecia de passagem, mas que não imaginei tão abrangente. Parabéns aos seus idealizadores!!! Muito legal compartilhar textos, idéias, projetos literários. Talvez seja este um dos caminhos para quem ama escrever, para quem lida profissionalmente com as palavras e, por que não, para quem anseia obter retornos de ofício tão pouco valorizado no Brasil. Sinto-me privilegiado, pois tenho nas minhas duas vertentes de atuação profissional - a comunicação e a educação - a grata possibilidade de ter minhas palavras/idéias lidas e ouvidas.
Aproveito esta oportunidade e espaço para convidar a todos para conhecerem meu trabalho autoral, a tecerem comentários. Estou começando a fazer visitas a colegas autores para, assim, trocar impressões. Caso queiram também conhecer meu blog - o DENTROD´ARTE - o link é: http://www.dentrodarte.arteblog.com.br
Passei para deixar um alô para todos que fazem parte dessa grande família que é o Portal Usina das Palavras. Embora distantes, mas unidos pela arte de escrever. Que possamos cultivar grandes amizades nesse Portal e extravasar nossos sentimentos em nossas produções e compartilhar do sentimento dos outros através de suas obras. Um grande abraço!