7 ações para melhorar a pontuação no score de crédito

7 ações para melhorar a pontuação no score de crédito

Possuir uma boa pontuação no score de crédito não garante que haverá uma aprovação imediata do crédito, pois as empresas possuem seus próprios critérios para a análise.

E podem, até, não o consultar na hora de oferecer crédito. Mas, ter uma boa pontuação, pode ajudar muito a conseguir o financiamento desejado.

O que é o Score de Crédito?

O score de crédito é uma pontuação que é dada pelos Órgãos de Proteção ao Crédito como SPC e Serasa, para fazer a classificação dos consumidores conforme seu histórico e determinar o grau de confiança na hora de pagar as contas.

Se você se confunde ainda com as siglas, leia no site do Oportunidades Profissionais o artigo sobre as diferenças entre SPC e Serasa.

Quem possui uma pontuação baixa terá maior dificuldade de conseguir ter um cartão de crédito ou um empréstimo aprovado na análise de crédito realizada pelo banco ou instituição financeira.

Como é determinado o score?

A nota do Score varia de 0 a 1000 pontos, mostrando a reputação financeira em categorias:

  • Pontuação de 0 a 200: Risco Muito Alto de Inadimplência;
  • Pontuação de 201 a 400: Risco Alto Inadimplência;
  • Pontuação de 401 a 700: Risco Médio de Inadimplência;
  • Pontuação de 701 a 900: Risco Baixo de Inadimplência;
  • Pontuação de 901 a 1000: Risco Muito Baixo de Inadimplência.

É por meio dessa pontuação que órgãos como Serasa e SPC, montam o histórico como bom pagador

Alguns dos elementos que são usados para a pontuação são: contas pagas, contas atrasadas, pedidos de crédito, relação com as instituições financeiras, etc. 

As informações são repassadas para lojas, bancos, entre outros.

O que é análise de crédito?

A análise de crédito é uma forma de avaliação feita pelo banco para decidir se vai liberar ou não o crédito ao cliente. 

Ela é baseada no comportamento de consumo de uma pessoa e a capacidade de pagar as contas, e determina se o cliente vai conseguir honrar com as faturas e parcelas que deverão ser pagas.

Grande parte das propostas são reprovadas por causa dela. Afinal, uma pessoa só empresta dinheiro para quem confia que vai pagar, com o banco e financeiras é a mesma coisa. Os bancos possuem a tendência de não aprovar pessoas com nome negativado, devido a possibilidade de fazerem outras dívidas maiores.

Mas não é só o score que faz com que uma pessoa seja recusada na solicitação de um cartão de crédito. São usadas várias ferramentas durante a avaliação, como documentação, histórico com o banco, avaliação do cartão ou empréstimo, entre outras coisas.  

O que pode baixar o score de crédito?

O score de crédito pode baixar se houver atraso no pagamento de contas, faturas, boletos etc., pedidos por vários cartões de crédito, pedidos para empréstimos, pedidos exagerados por maior limite de crédito e se não há registro de contas no nome.

Dicas para aumentar a pontuação do score de crédito

1 – Cadastro Positivo

Fazer a inscrição no Cadastro Positivo das empresas como o Serasa ou de cartão de crédito, ajuda a aumentar o limite e o score. Nele ficam registradas todas as contas que são pagas, como luz, água, etc. Isso ajuda a fazer com que a pontuação suba, mostrando que é um bom pagador, ainda mais quando são feitos pagamentos em dia.

2 – Atualizar dados

Deixar os dados sempre atualizados nas instituições em que é pedido o crédito e nos órgãos de proteção ao crédito. Quem não possui cadastro nesses sites, pode fazer a sua inscrição de forma gratuita para atualizar as informações.

3- Pagamento em dia

É importante evitar que as contas fiquem atrasadas, ficando atento ao vencimento das faturas e boletos. Quando o pagamento fica atrasado, o histórico fica sujo e conseguir crédito fica mais complicado. Pagar sempre em dia ou até adiantado fica creditado no comportamento como consumidor de uma pessoa.

4 – Contas no nome

Uma pessoa pode não estar negativada, mas mesmo assim não ser aprovada ao pedir por um cartão de crédito ou empréstimo. Isso pode acontecer, porque a pessoa pode não ter contas em seu nome e não ser reconhecido como um consumidor. Assim, quando os bancos fazerem a análise financeira não encontram informações, o score não pode ser gerado devido a falta de informações. As contas mais simples, como a de luz, podem facilitar para que o score seja gerado e como um bom consumidor.

5 – Frequência de pedido por crédito

Existem hábitos que podem jogar o score para baixo, como pedir por vários cartões de crédito, empréstimo ou aumento no limite ao mesmo tempo. Os sistemas podem entender que pode se tratar de uma pessoa mal-intencionada, que está usando esse CPF para pedir crédito e para evitar isso, o score é baixado para que não haja liberação.

A pontuação pode ficar baixa por algum tempo, e no caso de a solicitação de crédito ser reprovada, é recomendado esperar por cerca de 6 meses para fazer outra proposta.

6 – Negociar as dívidas

Uma pessoa que tem contas em aberto, pode negociá-las com o credor. 

Para conseguir um novo crédito é necessário estar em dia com as dívidas, e procurar a pessoa com quem deve negociar. 

Antes de solicitar um empréstimo para quitar as dívidas é melhor procurar fazer uma negociação em atos promocionais como o Feirão Limpa Nome, promovido pelo Serasa.

Isso pode ajudar a reduzir os juros ou até obter a isenção de taxas e diminuição do valor. Uma conversa pode proporcionar resultados melhores.

As instituições financeiras costumam recusar os pedidos de quem está endividado. Se não houver como negociar, é possível procurar por um empréstimo para regularizar situação e retirar o nome da lista de negativo.

Mas, antes de pedir o crédito, é preciso planejar bem e avaliar se as parcelas do empréstimo vão caber no bolso, para que as dívidas não aumentem.

7 – CPF

O CPF está vinculado a todas as compras e contas, sendo que cada vez que é solicitado um empréstimo, aumento de limite e um cartão de crédito novo, as empresas fazem uma consulta de crédito do CPF.

Uma pessoa que passa por consultas frequentes de muitas empresas é vista como alguém que está passando por uma instabilidade financeira. 

Quando as finanças não vão assim tão bem, há grande risco de ficar inadimplente.