Montando uma pequena estufa no jardim

A estrutura pode ser feita de metal, que terá uma duração muito maior ou em madeira. A forma pode variar, mas basicamente a grande maioria tem a forma de uma pequena casa, isto é, quatro paredes e um telhado a duas águas, ou semi circular.

COMO AS FOTOS INDICAM:

Diferentes estilos possíveis de formas de estufa e telhado.

tela de sombreamento

O mais tradicional, com a forma de uma pequena casa ou capela e uma ventilação na extremidade superior. Para melhorar a ventilação, você pode usar tela de sombreamento, que evita a entrada excessiva de sol e ajuda na passagem de ar, diferente do plastico para estufa.

estufa com tela de sobreamento

Ele deve fazer uma porta, que pode ser de correr ou de abertura normal, e no prazo detrês placas, que vão de canto a canto traçado do contorno do viveiro, isto é, contra a parede para receber tanta luz solar são colocados e sobre eles, vasos de plantas, devidamente dispostos em fileiras.

INTERIOR DE UMA ESTUFA

Também é necessário levar em conta a questão da irrigação, que é fundamental para garantir a permanência das plantas vivas. O mesmo pode ser um sistema de irrigação elétrica programado.

que seria o ideal, poder dar o tratamento especial requerido por cada planta em particular e evitar o desperdício de água, ou seja, fazer uma irrigação mais direcionada e, portanto, mais efetiva, porque o fator negativo que tem irrigação artificial é esse, que distribui uma camada uniforme de água, a mesma para todas as plantas, e nem sempre todas precisam da mesma quantidade que as outras, existem plantas que vivem com menos água do que outras.

Outra coisa importante a ter em mente , é que a água, se o uso indevido da irrigação, pode ir a lugares que não devem ir e deteriorar os elementos que compõem a estufa, o contato com a madeira da estrutura e o pequeno a ventilação, adicionada às altas temperaturas no interior, produz fungos.

EXEMPLOS E FOTOS DE DIFERENTES ESTUFAS

Estufa pequena com tela de sombreamento

Modelo de estufa com tela de sombreamento sombret. Essa estufa é ideal para locais onde o calor é intenso e o plantio precisa de proteção.

 

Atividade física no calor

O verão exige cuidados durante a prática de atividade física. Se a temperatura corporal subir demais pode haver encrencas: cãibra, fraqueza, tontura e desmaio. Fazendo a coisa certa, nada disso acontece.

exercicios

Pingar de suor significa que o corpo luta para manter seus 37 graus Celsius de praxe. A molhadeira nada mais é do que uma estratégia do organismo para resfriar a pele e, assim, impedir que a temperatura vá às alturas. É por isso que durante o exercício, quando cerca de 75% da energia produzida com os movimentos se transforma em calor, a camisa tende a ficar encharcada.

Depois de uma hora de atividade moderada sob o sol, chega-se a perder 1 litro e meio de água. Praticar exercícios quando o clima está quente exige mais do sistema de refrigeração corporal o que pode ser perigoso. O organismo passa a produzir cada vez mais suor. Isso diminui o volume do plasma sanguíneo, comprometendo não apenas o mecanismo de perda de calor, mas também o sistema cardiovascular e a própria capacidade de realizar exercícios, chama a atenção Luiz Oswaldo Rodrigues, fisiologista da Universidade Federal de Minas Gerais. Cãibra, fadiga, tontura e desmaio são sinais de que a temperatura do corpo está passando do ponto.

Ignorá-los é bastante arriscado. O organismo pode sofrer hipertermia ir muito além dos 39° C e parar de funcionar (veja ao lado). Quanto menos condicionada a pessoa estiver, mais rápido os sintomas aparecerão, avisa Rodrigues. Por isso, se você não está acostumado a malhar, não invente de patinar no calçadão, correr na areia ou fazer trekking em pleno meio-dia sem antes se preparar. E, mesmo que seja fã antigo de exercícios, maneire no verão.

As estratégias para o calor e se exercitar numa boa

Para evitar problemas ao malhar no calor do verão, a primeira medida é diminuir o ritmo. A intensidade e a duração da atividade física devem ser menores, aconselha o fisiologista Paulo Zogaib, do Centro de Medicina Preventiva e do Esporte do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Fuja, claro, dos horários mais quentes do dia, com sol a pino. Outro cuidado importantíssimo é a hidratação, que precisa ser feita antes, durante e depois do exercício. O certo é beber água mesmo sem sentir sede, afirma Laíra Campêllo, especialista em Medicina do Esporte da Universidade Federal de São Paulo. Tenha como referência a orientação médica: tomar cerca de 300 mililitros de água (um copo grande) a cada 20 minutos de atividade física. Assim, você repõe o líquido e os sais minerais perdidos durante a transpiração. Daí é mais difícil sofrer cãibras, visão turva e mal-estar.

Quem preferir pode tomar bebidas isotônicas, mas sem achar que, por causa disso, estará mais protegido. Só os atletas têm benefícios trocando a água por esses preparados, desmistifica Laíra. E, claro, nunca é demais avisar que a cerveja, tão querida pelos brasileiros no verão, não serve para reidratar o corpo. A ação diurética da bebida faz com que a pessoa perca mais líquidos do que ingeriu, piorando o quadro, alerta Paulo Zogaib.

Quem pratica atividade física na piscina sofre menos desconforto, desde que não entre na água aquecida um risco e tanto. Em poucos minutos a pessoa pode ter hipertermia, pois a troca de calor com a água é quatro vezes mais rápida do que com o ar, avisa Cláudia Forjaz, professora de fisiologia da Universidade de São Paulo. Já procurar espaços ventilados para se exercitar ajuda e muito. O contato com o ar mais frio resfria a pele, explica a fisiologista. Um parque cheio de árvores, com vento e sombra de sobra, é o cenário perfeito para mexer o corpo na época mais quente do ano.

Com que roupa?

Tirar a camisa para malhar não alivia o calor. A radiação do sol direto na pele esquenta ainda mais, destaca Cláudia Forjaz. Não é à toa que jogar vôlei na praia apenas de sunga ou biquíni cansa um bocado. Para se proteger, o ideal é usar roupas claras elas refletem os raios solares e leves. Se o calor for muito intenso, vale molhar com água uma camiseta de algodão. Outra opção é vestir um daqueles tecidos hi-tech com mecanismos que facilitam a transpiração. Alguns têm furinhos em formato de cone que auxiliam na evaporação do suor, conta Zogaib.

Além dos limites de segurança

O que pode acontecer se você não tomar cuidado ao se exercitar no calor

Cãibras

A perda de sais minerais na transpiração perturba o chamado equilíbrio eletrolítico, que garante o bom funcionamento dos músculos. Daí surgem os espasmos, mais freqüentes no abdômen e na panturrilha (batata da perna).

Síncope

Na falta de bons goles de água ou suco para reforçar a hidratação, o volume de sangue diminui. A pressão arterial cai, gerando fraqueza generalizada, tontura, palidez e desmaio.

Exaustão

Se o volume sangüíneo cai demais, o sistema cardiovascular não consegue garantir o fluxo de sangue para todo o corpo e entra em pane. As células em geral ficam desidratadas, o que provoca descoordenação, vertigem, dor de cabeça, náuseas e vômito.

Choque térmico

Se a desidratação é intensa, o suor diminui e a pele fica seca e quente. A temperatura ultrapassa os 39° C e danifica os mecanismos termorreguladores. Há risco de morte.

Primeiros socorros

– O que fazer para brecar o processo de hipertermia
– Remova a pessoa para a sombra ou para um local com ar refrigerado;
– Retire as roupas e resfrie o corpo dela com ventilador ou compressas de água gelada, começando pela cabeça;
– Se a pessoa estiver lúcida, force-a a ingerir água, soro caseiro ou suco de frutas;
– Mantenha os pés elevados acima da cabeça;
– Não use antitérmicos;
– Monitore a temperatura. Se estiver acima dos 39° C, é hora de correr para o hospital.

Problemas são maiores em lugares úmidos

O ideal é deixar o organismo se acostumar ao ambiente antes de começar a se exercitar. Além da temperatura, o corpo precisa se acostumar à umidade relativa do ar, que varia de cidade para cidade. Ambientes muito úmidos dificultam a evaporação do suor, esclarece o fisiologista Luiz Oswaldo Rodrigues, da Universidade Federal de Minas Gerais. Resultado: mesmo com o rosto molhado, a pessoa não consegue abaixar a temperatura corporal. Em locais muito secos, também há riscos, pois a perda de água é extremamente rápida. Daí a importância da aclimatação deixar o corpo se acostumar com essas variáveis antes de partir para a ação. Durante viagens, é bom esperar uns três dias para retomar a rotina de exercícios, indica Rodrigues. Segundo dados do Ministério da Agricultura, o Pará é o estado mais quente e úmido do país. O campeão da secura é o Ceará. Apesar do calor, o Rio de Janeiro costuma ter umidade na medida certa.

Os mecanismos para esfriar o corpo

Entenda como o organismo reage diante do calorão

Suor

O hipotálamo, região do sistema nervoso, estimula as glândulas sudoríparas a retirar água e sais minerais do plasma sanguíneo para jogá-los na pele através dos poros. Ao entrar em contato com a pele quente, o suor se evapora, o que ajuda a dissipar o calor. Por isso, se você enxugar o suor, impedindo que haja a evaporação, vai continuar esquentando.

Vasodilatação

Há sensores de temperatura por toda a pele. Eles avisam ao cérebro que o corpo está aquecido. Ao receber essa mensagem, o hipotálamo aumenta o fluxo sanguíneo nas regiões superficiais do corpo para que o sangue se resfrie é por isso que o rosto fica avermelhado. Daí, mais fresco, o sangue circula pelo organismo ajudando a abaixar sua temperatura.