Explicando sobre orgânico do facebook

Quer aprender? Fica comigo.

facebook-organico
Agora é praticamente improvável meditar em fazer marketing e vender pela net sem apostar nas redes sociais.

E é irreal falar em redes sociais sem filosofar no Facebook, a rede de maior frase e quantidade de usuários — mas de 1 bilhão em todo o planeta!

Porém, nos últimos tempos o alcance orgânico, isto é, que é alcançado sem a ajuda dos anúncios pagos, diminuiu bastante.

Como isso me afeta? E, mais essencial, como resolver a situação e aumentar seu alcance orgânico no Facebook? É isso que vamos ver agora!

Como funciona o algoritmo do Facebook hoje?

Nada melhor do que descobrir como o algoritmo do Facebook funciona ao qualificar as postagens para escutar de uma vez o que gera impacto sobre o alcance orgânico da sua marca.

Seria improvável listar cá todos e cada um dos fatores que o Facebook usa como medidas, por fim são mas de 100k de itens!

Porém vamos poder somar dizendo que o interesse dos usuários (páginas curtidas, reações a diferentes tipos de postagens, etc) e as interações com os amigos (buscas, visitas às suas páginas, comentários, marcações) são os primordiais.

organico-facebook

Aliás, a rede prioriza:

Postagens de amigos e familiares;

Notícias e informações em tempo real;

Assuntos leves e divertidos;

Postagens que contém valores e princípios que o utilizador compartilha.

O que resta evidente é o interesse do sítio em sustentar o feed de notícias deleitável e atual, sem deixar as interações com amigos de lado para ter ali postagens de marcas.

É essencial também lembrar que esse algoritmo é atualizado e refinado continuamente, logo vale a pena permanecer lerta a qualquer alteração para não utilizar práticas ultrapassadas e perder alcance depois.

Logo, o que o meu alcance orgânico no Facebook diminuiu?

Já deu para ter uma boa noção de número reduzido de parâmetros que o Facebook usa para instituir o alcance orgânico de uma marca.

A competição por atenção favorece outros fatores e deixa as páginas de marca alguma coisa abaixo na lista de prioridades fazendo com que empresas chguem a comprar seguidores.

Existem duas versões para explicar o motivo disso suceder. Veja qualquer uma delas:

A resposta oficial do Facebook

Segundo o Facebook, a razão para isso é muito fácil: Algumas páginas estão produzindo teor interessante e a atenção do utilizador aacaba dividida.

Apesar disso, o website possui a pretensão de mostrar o teor que é mas relevante para os usuários, baseado nos interesses que eles mesmos apontam, e não somente mostrar tudo que é publicado.

Por conta desses 2 fatores, é de aguardar que o alcance orgânico tenha derrubado nos últimos anos, e siga a desabar ainda mas, conforme páginas investem em produzir teor de qualidade.

A teoria mas popular no mercado

Porém a versão de mais paginas relevantes e da quantidade de páginas não convence a a humanidade.

Aliás, a teoria mas popular entre vários profissionais de marketing é que a rede social possui motivos muito mais fortes do que a experiência do usuário.

Acredita-se que esse novo cenário sirva para estimular os negócios que verdadeiramente desejam ter sucesso a buscar isso investindo no Facebook Ads, a plataforma de anúncios pagos do website.

Por conseguinte, erigir uma audiência para si seria somente uma forma de qualificar melhor o seu público- objectivo.

A lascar disso, os dados coletados poderiam ser usados na geração de campanhas pagas de anúncios, a término de de fato produzir leads e conseguir compradores.

Como eu posso contornar essa situação?

Seja ele qual for o motivo desse declínio no alcance orgânico no Facebook, o foco mesmo é descobrir se possui como contornar a situação, não concorda? E a resposta é sim!

Ainda vale bastante à pena investir em redes sociais, principalmente no Facebook.

Deve permanecer despreocupado, ainda é provável conseguir bons resultados sem precisar investir no Facebook Ads ou até mesmo comprando alguns seguidores.

Rodovias mais perigosas do Brasil

Rodovia perigosas no Brasil é o que não falta – causando acidentes e nos casos mais graves, vítimas fatais. Nas rodovias mais perigosas do país soma-se as más condições das estradas a imprudência dos motoristas. Uma fórmula que faz com que os números de acidentes e óbitos sejam realmente preocupantes.

De acordo com dados da Polícia Rodoviária Federal, no ano de 201,7 foram registrados em rodovias de federais, mais de 89 mil acidentes graves. Desses acidentes, mais de 6 mil pessoas morreram e mais de 83 mil ficaram feridas.

Os números são menores do que os registrados em 2016. No entanto, a instituição ainda considera os dados de 2017 altos e que medidas como investimento de educação no trânsito seriam uma das soluções para reduzir esses índices.

rodovias mais perigosas

A Polícia Rodoviária Federal e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) realizaram um estudo e chegaram à conclusão de quais são as rodovias mais perigosas federais. A análise foi feita no ano de 2016 e levou em consideração a soma do número de acidentes, de pessoas feridas e de mortos.

As 10 rodovias mais perigosas do país

 

  1. Fernão Dias – BR-381. Betim, Minas Gerais

O trecho considerado mais perigoso da estrada vai do Km 490 ao Km 500. O número de acidentes registrado foi de 889. Houveram 237 feridos e 20 mortos.

 

  1. Régis Bittencourt – BR-116. Taboão da Serra, São Paulo

De acordo com o estudo houveram 612 acidentes, que causaram 18 mortos e deixaram 313 pessoas feridas. O trecho mais perigoso da rodovia fica entre os km 220 e 230.

 

  1. BR-101. Palhoça, Santa Catarina

A estrada catarinense também ficou, na pesquisa, entre as rodovias mais perigosas federais do país. O trecho que apresenta mais perigo vai do Km 210 ao Km 220.

No ano do estudo, em 2016, foram registrados 531 acidentes. Ainda foram contabilizadas 229 pessoas feridas e 14 mortas.

  1. Fernão Dias – BR-381. Betim, Minas Gerais

A estrada mineira aparece de novo entre as rodovias mais perigosas federias. Agora, a pesquisa levou em consideração o trecho que vai do Km 480 ao Km 490. Foram 999 acidentes, que deixaram 244 feridos e 12 mortos.

 

  1. BR-316. Marituba, Pará

A estrada paraense registrou 912 acidentes. Desses, 249 pessoas saíram feridas e 13 morreram. O trecho mais perigoso foi considerado o que vai do Km 0 ao Km 10.

 

  1. BR-262. Cariacica, Espírito Santo

A pesquisa revelou maior perigo entre o trecho do Km 0 ao Km 10. O local é via de entrada para a capital do estado, Vitória. Foram 780 acidentes, 291 feridos e 4 mortes.

 

  1. Rodovia Mário Covas – BR-101. Serra, Espírito Santo

Mais uma estrada do Espírito Santo entrou na pesquisa como uma das rodovias mais perigosas do país. O trecho que registrou mais problemas vai do Km 260 ao Km 270.

Ao todo, ocorreram, em 2016, 917 acidentes. Desses, 217 pessoas ficaram feridas e 11 morreram.

  1. Régis Bittencourt – BR-116. Taboão da Serra, São Paulo

Novamente a Régis Bittencourt configura na relação das rodovias mais perigosas federais. O treco de maior perigo é o que vai do Km 210 ao Km 220. Nessa extensão, aconteceram 549, deixando 246 pessoas feridas e 16 mortas.

 

  1. BR-222. Fortaleza, Ceará

A rodovia cearense fez, no ano da pesquisa, 281 feridos e 13 mortos. No total, foram 420 acidentes. O trecho mais perigoso vai do Km 0 ao Km 10.

 

  1. Transamazônica – BR-230. João Pessoa, Pernambuco

De acordo com a pesquisa sobre as rodovias mais perigosas federais do país, a Transamazônica registrou 456 acidentes. 277 pessoas ficaram feridas e 9 morreram.

Acidentes nas rodovias no feriado de 1º de maio, em 2018

Nas rodovias federais de todo o país, a Polícia Rodoviária Federal registrou, no último feriado, que foi em 1º de maio de 2018 (Dia do Trabalhador) 90 mortes. O número de mortos representa um aumento de cerca de 2% em relação ao mesmo feriado, no ano anterior.

Pegar estrada exige muita atenção e cuidado. Jamais ultrapasse o limite indicado e procure viajar com o carro em bom estado. Se você costuma viajar com frequência, vale a pena fazer um seguro auto e garantir aquela proteção extra contra imprevistos.

Atividade física no calor

O verão exige cuidados durante a prática de atividade física. Se a temperatura corporal subir demais pode haver encrencas: cãibra, fraqueza, tontura e desmaio. Fazendo a coisa certa, nada disso acontece.

exercicios

Pingar de suor significa que o corpo luta para manter seus 37 graus Celsius de praxe. A molhadeira nada mais é do que uma estratégia do organismo para resfriar a pele e, assim, impedir que a temperatura vá às alturas. É por isso que durante o exercício, quando cerca de 75% da energia produzida com os movimentos se transforma em calor, a camisa tende a ficar encharcada.

Depois de uma hora de atividade moderada sob o sol, chega-se a perder 1 litro e meio de água. Praticar exercícios quando o clima está quente exige mais do sistema de refrigeração corporal o que pode ser perigoso. O organismo passa a produzir cada vez mais suor. Isso diminui o volume do plasma sanguíneo, comprometendo não apenas o mecanismo de perda de calor, mas também o sistema cardiovascular e a própria capacidade de realizar exercícios, chama a atenção Luiz Oswaldo Rodrigues, fisiologista da Universidade Federal de Minas Gerais. Cãibra, fadiga, tontura e desmaio são sinais de que a temperatura do corpo está passando do ponto.

Ignorá-los é bastante arriscado. O organismo pode sofrer hipertermia ir muito além dos 39° C e parar de funcionar (veja ao lado). Quanto menos condicionada a pessoa estiver, mais rápido os sintomas aparecerão, avisa Rodrigues. Por isso, se você não está acostumado a malhar, não invente de patinar no calçadão, correr na areia ou fazer trekking em pleno meio-dia sem antes se preparar. E, mesmo que seja fã antigo de exercícios, maneire no verão.

As estratégias para o calor e se exercitar numa boa

Para evitar problemas ao malhar no calor do verão, a primeira medida é diminuir o ritmo. A intensidade e a duração da atividade física devem ser menores, aconselha o fisiologista Paulo Zogaib, do Centro de Medicina Preventiva e do Esporte do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Fuja, claro, dos horários mais quentes do dia, com sol a pino. Outro cuidado importantíssimo é a hidratação, que precisa ser feita antes, durante e depois do exercício. O certo é beber água mesmo sem sentir sede, afirma Laíra Campêllo, especialista em Medicina do Esporte da Universidade Federal de São Paulo. Tenha como referência a orientação médica: tomar cerca de 300 mililitros de água (um copo grande) a cada 20 minutos de atividade física. Assim, você repõe o líquido e os sais minerais perdidos durante a transpiração. Daí é mais difícil sofrer cãibras, visão turva e mal-estar.

Quem preferir pode tomar bebidas isotônicas, mas sem achar que, por causa disso, estará mais protegido. Só os atletas têm benefícios trocando a água por esses preparados, desmistifica Laíra. E, claro, nunca é demais avisar que a cerveja, tão querida pelos brasileiros no verão, não serve para reidratar o corpo. A ação diurética da bebida faz com que a pessoa perca mais líquidos do que ingeriu, piorando o quadro, alerta Paulo Zogaib.

Quem pratica atividade física na piscina sofre menos desconforto, desde que não entre na água aquecida um risco e tanto. Em poucos minutos a pessoa pode ter hipertermia, pois a troca de calor com a água é quatro vezes mais rápida do que com o ar, avisa Cláudia Forjaz, professora de fisiologia da Universidade de São Paulo. Já procurar espaços ventilados para se exercitar ajuda e muito. O contato com o ar mais frio resfria a pele, explica a fisiologista. Um parque cheio de árvores, com vento e sombra de sobra, é o cenário perfeito para mexer o corpo na época mais quente do ano.

Com que roupa?

Tirar a camisa para malhar não alivia o calor. A radiação do sol direto na pele esquenta ainda mais, destaca Cláudia Forjaz. Não é à toa que jogar vôlei na praia apenas de sunga ou biquíni cansa um bocado. Para se proteger, o ideal é usar roupas claras elas refletem os raios solares e leves. Se o calor for muito intenso, vale molhar com água uma camiseta de algodão. Outra opção é vestir um daqueles tecidos hi-tech com mecanismos que facilitam a transpiração. Alguns têm furinhos em formato de cone que auxiliam na evaporação do suor, conta Zogaib.

Além dos limites de segurança

O que pode acontecer se você não tomar cuidado ao se exercitar no calor

Cãibras

A perda de sais minerais na transpiração perturba o chamado equilíbrio eletrolítico, que garante o bom funcionamento dos músculos. Daí surgem os espasmos, mais freqüentes no abdômen e na panturrilha (batata da perna).

Síncope

Na falta de bons goles de água ou suco para reforçar a hidratação, o volume de sangue diminui. A pressão arterial cai, gerando fraqueza generalizada, tontura, palidez e desmaio.

Exaustão

Se o volume sangüíneo cai demais, o sistema cardiovascular não consegue garantir o fluxo de sangue para todo o corpo e entra em pane. As células em geral ficam desidratadas, o que provoca descoordenação, vertigem, dor de cabeça, náuseas e vômito.

Choque térmico

Se a desidratação é intensa, o suor diminui e a pele fica seca e quente. A temperatura ultrapassa os 39° C e danifica os mecanismos termorreguladores. Há risco de morte.

Primeiros socorros

– O que fazer para brecar o processo de hipertermia
– Remova a pessoa para a sombra ou para um local com ar refrigerado;
– Retire as roupas e resfrie o corpo dela com ventilador ou compressas de água gelada, começando pela cabeça;
– Se a pessoa estiver lúcida, force-a a ingerir água, soro caseiro ou suco de frutas;
– Mantenha os pés elevados acima da cabeça;
– Não use antitérmicos;
– Monitore a temperatura. Se estiver acima dos 39° C, é hora de correr para o hospital.

Problemas são maiores em lugares úmidos

O ideal é deixar o organismo se acostumar ao ambiente antes de começar a se exercitar. Além da temperatura, o corpo precisa se acostumar à umidade relativa do ar, que varia de cidade para cidade. Ambientes muito úmidos dificultam a evaporação do suor, esclarece o fisiologista Luiz Oswaldo Rodrigues, da Universidade Federal de Minas Gerais. Resultado: mesmo com o rosto molhado, a pessoa não consegue abaixar a temperatura corporal. Em locais muito secos, também há riscos, pois a perda de água é extremamente rápida. Daí a importância da aclimatação deixar o corpo se acostumar com essas variáveis antes de partir para a ação. Durante viagens, é bom esperar uns três dias para retomar a rotina de exercícios, indica Rodrigues. Segundo dados do Ministério da Agricultura, o Pará é o estado mais quente e úmido do país. O campeão da secura é o Ceará. Apesar do calor, o Rio de Janeiro costuma ter umidade na medida certa.

Os mecanismos para esfriar o corpo

Entenda como o organismo reage diante do calorão

Suor

O hipotálamo, região do sistema nervoso, estimula as glândulas sudoríparas a retirar água e sais minerais do plasma sanguíneo para jogá-los na pele através dos poros. Ao entrar em contato com a pele quente, o suor se evapora, o que ajuda a dissipar o calor. Por isso, se você enxugar o suor, impedindo que haja a evaporação, vai continuar esquentando.

Vasodilatação

Há sensores de temperatura por toda a pele. Eles avisam ao cérebro que o corpo está aquecido. Ao receber essa mensagem, o hipotálamo aumenta o fluxo sanguíneo nas regiões superficiais do corpo para que o sangue se resfrie é por isso que o rosto fica avermelhado. Daí, mais fresco, o sangue circula pelo organismo ajudando a abaixar sua temperatura.